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Rádio UFRJ - Ouve Essa

Music PT ↓ 246 episodes

Programa produzido pela Rádio Batuta com a missão de pescar pérolas pouco conhecidas do acervo musical do Instituto Moreira Salles (IMS), voltado principalmente para discos em 78 rotações. A seleção dos fonogramas é do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos. O acervo está disponível no site discografiabrasileira.com.br.

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Rádio UFRJ

Category

Music

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Mar 10, 2026

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Episodes

Gordurinha pede solução para a seca 16.08.2022

Waldeck Artur Macedo, o Gordurinha, fez um repertório baseado em questões da realidade nacional, ora com humor, ora em tom dramático, como é o caso de “Súplica cearense”, em parceria com Nelinho. O baião-toada, gravado em 1960, é um dolorido protesto sobre a seca do nordeste. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

Cauby canta rock 02.08.2022

“Rock’ n’ roll em Copacabana”, de Miguel Gustavo, é um dos primeiros registros brasileiros do novo ritmo, lançado em 1954 pelo americano Bill Halley. A gravação de 1958 é do romântico Cauby Peixoto. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

O Rio exaltado por Noel Rosa 26.07.2022

Noel Rosa fez muitas músicas exaltando bairros, como Penha, Lapa e Vila Isabel, mas em “Cidade Mulher” ele abriu a lente e falou de seu amor pelo Rio de Janeiro inteiro. A gravação, de 1936, é de um Orlando Silva no auge, aos 21 anos. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

A voz suave de Neusa Maria 19.07.2022

Neusa Maria foi eleita “A voz mais suave do Brasil” em 1956. Um dos motivos é a gravação de “Siga”, de Fernando Lobo e Hélio Guimarães, um samba-canção que ganharia reconhecimento internacional nos anos 1990, na interpretação de João Gilberto. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

Joel, Gaúcho e o boogie-woogie 12.07.2022

A dupla Joel e Gaúcho teve no animado “Boogie woogie do rato”, gravado em 1946, um dos seus grandes sucessos. É um bom exemplar da obra do compositor paulista Denis Brean. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

O Rio feliz de Billy Blanco 06.07.2022

"Camelô" é uma das crônicas musicais mais famosas de Billy Blanco, histórias de um Rio de Janeiro feliz. O canto discreto de Paulo Márquez, que a gravou em 1959, é perfeito para valorizar a letra bem-humorada. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

A embolada de Manezinho Araújo 28.06.2022

Com a gravação de “Pra onde vai, valente?”, em 1938, o pernambucano Manezinho Araújo consagrou-se como o Rei da Embolada. O gênero continua em evolução, a ponto de Chico Science ter definido o som do movimento mangue beat como “hip hop na embolada”. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

O samba-canção jogado na lama 21.06.2022

“Lama”, de Alice Chaves e Paulo Marques, um dos clássicos do samba-canção de cabaré, tem ritmo abolerado e poesia crua. Foi o maior sucesso da carioca Linda Rodrigues, que o lançou em 1952. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

A voz macia e moderna de Jonas Silva 14.06.2022

Jonas Silva gravou pouco, mas era um cantor de prestígio entre a vanguarda carioca dos anos 1950, de voz macia e propositalmente baixa. Neste samba lento de Tito Madi, “saudade Querida”, de 1959, ele é acompanhado por uma seleção com Copinha (flauta), Vadico (piano), Baden Powell (violão) e Raul de Barros (trombone). Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

O maestro da Orquestra Tabajara 07.06.2022

O maestro Severino Araújo era músico virtuoso. Em “Espinha de bacalhau”, choro de sua autoria, gravado em 1945 com sua Orquestra Tabajara, ele mostra técnica ao saxofone, além da capacidade de mesclar o ritmo brasileiro com elementos do jazz americano. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

Joãozinho Boa Pinta 31.05.2022

Fafá Lemos, no violino, Garoto, no violão, e Chiquinho do Acordeom formaram o Trio Surdina no início da década de 1950, uma ideia do produtor Paulo Tapajós para reproduzir na Rádio Nacional o som intimista da boates da Zona Sul. O samba “Joãozinho Boa Pinta”, de Haroldo Barbosa e Geraldo Jacques, gravação de 1955, tem elementos, como o canto suavemente balançado de Fafá, que em seguida seriam comu...

A dor na voz de Lupicínio 24.05.2022

Lupicínio Rodrigues era um cantor ocasional. Encharcava de emoção a voz reduzida para interpretar seus sambas-canção sofridos, como este “Eu não sou de reclamar”, gravado por ele em 1952. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

Bach, Vinicius e os bombeiros 17.05.2022

Johann Sebastian Bach e Vinicius de Moraes são parceiros em “Rancho das flores”, uma adaptação que o brasileiro fez da cantata do alemão. Ela, em ritmo de marcha-rancho, alcançou grande sucesso em 1961 na gravação da Banda do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

O canto moderno de Dóris Monteiro 10.05.2022

A gravação em 1955 do samba-canção “Dó Ré Mi”, de Fernando Cesar, consagrou o canto moderno da novata Dóris Monteiro, de 21 anos. Nos dois anos seguintes, ela seria coroada Rainha do Rádio. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

Zé do Norte, voz do interior brasileiro 03.05.2022

O paraibano Zé do Norte gravou em 1953 a toada “Lua bonita”, parceria com Zé Martins. A canção, triste e lamentosa, considerada pelo crítico José Ramos Tinhorão uma das mais representativas da alma do interior brasileiro, se mantém na memória das novas gerações com regravações de Maria Bethânia e Raul Seixas. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

O samba conhecido como “Que bonito é” 26.04.2022

“Na cadência do samba”, também conhecida como “Que bonito é”, tornou-se um hino do futebol brasileiro em sua versão instrumental, feita por Waldir Calmon para o cinejornal Canal 100. A versão original, de 1958, interpretada pelo próprio autor, o pernambucano Luiz Bandeira, é com a letra. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

A geografia carioca de Dolores e Billy 19.04.2022

“Praça Mauá”, gravado por Dolores Duran em 1955, é um dos sambas-crônicas do paraense Billy Blanco sobre os hábitos e a geografia do Rio. Segundo a letra, a praça em questão era “onde bobo não tem vez”. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

A malícia de “Amendoim torradinho” 12.04.2022

Sensual (ou mesmo sexual), “Amendoim torradinho” foi um pequeno escândalo em 1955. Recebeu quatro gravações naquele ano. A primeira delas coube a Vera Lúcia, que largaria a carreira pelas exigências de um casamento. Coisas da época. A canção de Henrique Beltrão continuou sendo interpretada, mostrando que não perdeu a malícia. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

O sambalanço de Sílvio César 05.04.2022

Sílvio César e o conjunto de Ed Lincoln reproduzem no sambalanço romântico de “O que eu gosto de você”, do próprio Sílvio, o clima dos bailes do Rio de Janeiro dos anos 1960. Roteiro: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

O amor na voz seresteira de Carlos José 29.03.2022

O seresteiro Carlos José, de voz grave e suave, transformou “Esmeralda”, de Filadelfo Nunes e Fernando Barreto, gravada em 1960, num clássico da música romântica. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

O jovem e raro compositor João Gilberto 22.03.2022

“Você esteve com meu bem?” é uma das raras composições de João Gilberto, aqui em parceria com Russo do Pandeiro e bem antes da bossa nova. A gravação, de 1953, é de Marisa, que ficaria conhecida como Marisa Gata Mansa. Roteiro: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

Dor de amor na voz de Nubia Lafayette 15.03.2022

A voz dramática de Nubia Lafayette é perfeita para o doloroso samba-canção “Devolvi”, sucesso de autoria de Adelino Moreira em 1960. Adelino também foi fornecedor de muitos dos sucessos de Nelson Gonçalves. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos

Antônio Maria na voz de Hebe Camargo 08.03.2022

O samba-canção “Aconteceu em São Paulo”, de Antônio Maria, foi gravado em 1954, ano do quarto centenário da cidade, por uma das vozes mais identificadas com a cidade, Hebe Camargo. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

De Janet a João, um samba para madame 01.03.2022

Janet de Almeida morreu aos 26 anos, em 1945, mas deixou clássicos do que se costumava chamar “samba de bossa”, como “Pra que discutir com madame?”, de autoria dele com Haroldo Barbosa. A música se tornaria, décadas depois, destaque do repertório de João Gilberto. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

Vinicius de Moraes na voz de Morgana 22.02.2022

A paulista Morgana Cintra estreou em 1958 com “Serenata do adeus”, uma rara composição em que Vinicius de Moraes fez letra e música. No mesmo ano, ele começaria a se firmar como o principal letrista da bossa nova. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro

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