Felipe Simão
Felipe Simão - Poesias
Todas as poesias publicadas de Felipe Simão.
Author
Felipe Simão
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Dec 25, 2024
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Episodes
18 - Primeira vez 06.07.2021 0:17
Perdão pela minha vara, é que nunca provei da tara Já na preliminar esporrei na sua cara Porém, não criemos impasse, sei que não convém, mas disfarce, que mal tem? Esfregue sua face; ora, não faz mal é colágeno, o fruto escrotal
17 - Feitiço 06.07.2021 0:30
Nosso enredo não deu em nada, só estavas de conversa fiada, deixaste minha boca calada para fugir com outra desatinada, contudo, não te vejo como criatura desalmada, tiveste ao menos uma incumbência, ter-me lançado feitiço de paudurecência, e por mais que contigo não tenha vivido indecência, eu te tive nos meus pensamentos, quando nos acalorados momentos, só e trancado, pude até gozar de bom grado
16 - Pretérita madrugada 06.07.2021 0:52
Naquela noite não aconteceu nada, aquela cena apimentada não foi consumada, tua caverna não foi adentrada, minha espada não foi embainhada; não partilhamos da mesma gozada Nessa ocasião não quis fazer-me ladrão, fiz figura desinteressada embora a katana estivesse levantada na cabeça de cima não eras desejada Não me venhas com sermão, mesmo que na xota tivesses comichão, tu já empanturrada de tanta...
15 - Chafariz 06.07.2021 0:24
É habilidade quem nem sabe propor meretriz, gozar como um chafariz, o esporro sobe a altura do nariz, na auto-heresia ejaculando em trilogia, o montante expelido é demasiado, e o caralho desgovernado, que se mexe para todo lado, parece nunca ficar atordoado, quando pensas que as cousas já estão surreais, lá vem ele esporrando mais
14 - Ordenha 06.07.2021 0:26
Sinto o saco inchado, doí-me o testículo demasiado, a cada dia se incrementa a perda, hoje mal consigo mexer a perna esquerda Nesse maldito inchaço, quando o falo se faz de aço; despindo-me da castidade, já me encontro nu quando a dor bate à boca do cu; hormonal inevitabilidade, cabulosa brenha; não há termo que melhor convenha, não é punheta, é ordenha
13 - Massagem 06.07.2021 0:12
O estresse se faz devasso onde o toque sensível gera descompasso, a quem tem o vício dá o maço; a amofinação clama pela massagem e tudo termina em sacanagem
12 - Beijo lascivo 06.07.2021 0:32
Aventura louca, nós dois brincando de pôr o pauzinho na boca; não tenho por ti desejo efeminado, só estava embriagado, sei que fomos longe demasiado, mas isso acontece quando se está alcoolizado Ao ocorrido não quero dar azo, e isso não é fazer dos teus lábios pouco caso, sequer estás sendo testado, não sou gay disfarçado daquele que fica flertando até ser conquistado, porém é melhor deixar essa e...
11 - Oralidade por bluetooth 06.07.2021 0:09
Quem é escravo da noite, sente o seu açoite, quando no beijo da piriguete, degusta precedente boquete
10 - Enfadado 06.07.2021 0:24
Caro amigo, não me leves a mal, aprecio nossa camaradagem, mando-te a foto do meu pau, mas é só pela sacanagem Por favor, não te ofendas, aposto que já viste coisas mais horrendas minha pica não é longa, nem grossa, não machuco ninguém com essa joça Por favor, não fiques preocupado eu não sou gay, apenas contigo sonhei, estavas pelado Não sou gay, reafirmo, sou hetero e confirmo, dizer-se “viadage...
9 - Só pela sacanagem 06.07.2021 0:41
Caro amigo, não me leves a mal, aprecio nossa camaradagem, mando-te a foto do meu pau, mas é só pela sacanagem Por favor, não te ofendas, aposto que já viste coisas mais horrendas minha pica não é longa, nem grossa, não machuco ninguém com essa joça Por favor, não fiques preocupado eu não sou gay, apenas contigo sonhei, estavas pelado Não sou gay, reafirmo, sou hetero e confirmo, dizer-se “viadage...
8 - Sabonete 06.07.2021 0:43
Não venhas com essa estória de que estou no armário; não tenho medo de limpar o cu usando o dedo, só não acho necessário, enfio o sabonete, mais aliviante porrete - Imagino que seja de maior limpeza, mas quanto ao alívio, não tenho certeza; penso que é comprar abóbora por rabanete, Lúcifer por diabrete, fazer o sabão de cacete. Não digas cousa tola, não se trata de esbregue de rola; não o faço com...
7 - Comichão 06.07.2021 0:45
Demasiada aflição quando dá no cu comichão, à cabeça, tremenda confusão Se lá sente tesão? Se é gay ou não? Por fim a indecisão do que fazer com a mão, pelo sim, pelo não, por que não? Lascívia anal não é condena, ser homossexual não é a sua pena, isso é coisa de mente pequena Pior enredo seria cultivar o medo, isso é sê-lo em segredo, Quem por um dedo no arredondado teme mudar de lado, de desejo...
6 - Basculante 06.07.2021 0:28
No veraneio com a namorada bate vontade desesperada, sinto-me no vespeiro; aonde vou? Ao banheiro, convencional recinto para deflorar o pinto Dizem que é cousa de ogro bater punheta na casa do sogro, com essa ideia não me incomodo, dou um jeito e me acomodo, toco olhando pela janela, vigiando a família dela, a mais despretensiosa saídela, a mais involuntária olhadela, e desfilarei em vergonhosa pa...
5 - Polução noturna 06.07.2021 0:45
Ó coisa soturna é a polução noturna, jorrada inoportuna, no alto da madrugada vem indesejada, deixa a pica ensebada, a cueca manchada A cada um é diferente a similaridade é o inconveniente, é esporro espirrado, uns tantos sentem o caralho desgovernado, alguns, o saco esvaziado, outros até, o cu molhado; chora-se por onde se sente saudade clama-se por onde há vontade, o chamado da maldade, malícia...
4 - Revista 06.07.2021 0:17
Eu me deprimi em ver a primeira mulher que amei se desfazer, pela colagem rasgada, sua bela imagem então desfigurada dilacerou meu coração, levou tudo aquilo que tinha em mão, murcho e triste encarando o chão, era finda minha primeira paixão
3 - Campeonato de centímetros 06.07.2021 0:19
Em qualquer roda de rapazes, de maturidade incapazes, vê-se tosca disputa, na qual os centímetros se computa; argumentos levianos, rememorando os três deuses indianos, não há maior tolice, dizer-se “pau de légua”, pois a pequenice constata-se na régua
2 - Puberdade verdadeira 06.07.2021 0:25
Não há preparo para o primeiro disparo, quando vem a sensação matreira, puberdade verdadeira, a criança indefesa, vê-se a expelir a surpresa, jato inesperado, há doze anos engatilhado, jamais será superado, pois intervalo igual nunca será impetrado, não há maior revolução que a primeira punheta, sente-se entre as pernas uma nova caceta
1 - Sexual ironia 06.07.2021 0:48
Dizem que o que faço é heresia, que ao fazer poesia deve-se pensar em Castro Alves, Drummond; mas falar de sexo que é bom isso não pode, parece até que essa gente não fode Abaixo a censura em forma de regime! Não há nada mais sublime que o prazer de gozar Como eu hei de ficar? Se não puder falar da leveza da boceta, da destreza da caceta, e o cu, que nunca sai de moda, eterna sobremesa da foda? E...
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