Felipe Simão

Felipe Simão - Poesias

Arts PT ↓ 318 episodes

Todas as poesias publicadas de Felipe Simão.

Author

Felipe Simão

Category

Arts

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Dec 25, 2024

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Episodes

68 - Vegetariano 06.07.2021

A minha maior vitória, será tornar-me o rei da escória; de palavras bonitas os cantos dos infernos estão cheios, decidi não me dar a esses rodeios, obstino o desvéu, a pureza do céu, por completo, carente de malícia, gozar não, rir é uma delícia, condenável é do pecado provar, porém ao disso falar, os mandamentos remanescem intactos, com o tinhoso não tenho pactos; é irônico, é cômico, quiçá até c...

67 - Dois vagabundos 06.07.2021

Teu olhar agateado, teu sussurro chiado, o cabelo afagado, o beijo selado, já estou vislumbrado, já enxergo embaralhado, de ti estou embriagado, por ti estou apaixonado Eu já escravo sinto teu cheiro de cravo, em ti me encravo, tu te encravas em mim e ficamos assim imundos, até o fim dos mundos, dois inseparáveis vagabundos

66 - Escravo da boceta 06.07.2021

Eu reclamo, conclamo o seu amor, mas só recebo vazia dor, não sei por que me calo, quando massageia o meu falo; devo travar minha espoleta, não posso virar escravo da boceta, o grelo já virou minha chupeta Só de sexo ninguém se contenta, sem amor nenhum casal se sustenta, mas ao fim a pica me arrebenta, ela sabe usar a ferramenta, até com o cu me atenta, o fogo arde como pimenta meu coração essa g...

65 - Foglio dimenticato 06.07.2021

Dopo te sono espolio, maledetto imbroglio, sei il foglio della mia storia dimenticato soltanto registrato nella mia memoria; paura mentre voglia, senso dei miei pensieri, centro dei miei desideri, l’unico camino, fra tanti sentieri, ti voglio oggi, come volevo ieri Sei vivido passato, brivido sofregato, misterio inato, desiderio mai soddisfatto, sesso matto, destino giustamente sbagliato

64 - Posição matreira 06.07.2021

Tamanha doideira, luxúria matreira, foi trepar de bananeira, arrependi-me dessa cousa maluca, pois o resíduo de chuca escorreu até a nuca

63 - Luxúria profunda 06.07.2021

Gostei daquela coisa imunda que fizeste na minha bunda, luxúria profunda, o tesão fecunda, de paixão me inunda fico atônito, paspalho Qual é o nome, cintaralho? Ah como queria fazê-lo todo dia, pegaste-o emprestado de alguém? Ah, era da tua tia; verei se no mercado livre tem; chega mais rápido pela Magalu, o quanto antes para comeres o meu cu

62 - Arrojado 06.07.2021

Num relacionamento, ao pecaminoso momento, é preciso novo elemento, ser perspicaz, não deixar cair a peteca, metida atrás e banana quente na xereca No começo é assim mesmo, fica-se a esmo, demora a ficar ajeitado, a estar acostumado ao cheiro de mamilo queimado, a ter o cu beijado, a esse sexo arrojado; depois, quando adquire-se destreza, aí vai que é uma beleza

61 - Masoquismo gestapo 06.07.2021

Meu fio é farrapo nesse teu masoquismo gestapo Somos trapo nos trapos, mais venenosos que envenenados sapos, mais insossos que os ensopados fatos, mais perigosos que insensatos Somos desejo onde há de doer, ensejo onde há de arder, manejo em fazer sofrer, sem gracejo na hora de foder

60 - Toda forma de heresia 06.07.2021

A linha é tênue, é caótica entre a poesia cômica e a erótica, o sentido perpassa, coisa que uma palavra disfarça, na luxúria há todo tipo de graça Um brinde de taça! A essa literária orgia, a toda forma de heresia

59 - Amor em todos os sentidos 06.07.2021

No escuro quando o amor puro se dissipa para dar lugar ao desejo que em nós palpita, a cousa que mais me excita, ver-te nua, à sombra da lua; o silêncio da rua, nosso gemidos calados, desufocados no ápice, na libido a sinapse Impossivelmente unidos, completamente sumidos, nada mais importa, pois a vida lá fora é morta; não há depois, só nós dois e o mundo nosso; fazer o que posso, fazer o que poss...

58 - No passar de segundo 06.07.2021

Quando me sobes galopante, despido de receios, admiro teus seios, visão galante; o prazer divino suplanta, tua mão sufocante na minha garganta, o ar que não inspiro, é o prazer que respiro; no passar de segundo, esse prazer fecundo, é tudo que posso ter no mundo

57 - Maturidade libidinosa 06.07.2021

Não é prova de amor sentir no cu dor, só é devido o ardor se nele encontra-se fulgor; se houver furor no furo, gemido no escuro, cu mole e pau duro, haverá sexo anal maduro

56 - Surpresa 06.07.2021

Quando o médio no cu enterrou o dedo borrou a merda na ponta o chocou de sopetão, na boca dela enfiou, o gosto desagradável pouco importou, o bonito é que no fim, todo mundo gozou

55 - Povero Gigino 06.07.2021

Povero Gigino, qualcuno per fargli un pompino non riesce a trovare, così non può più stare Il mondo sembra perduto quando si tiene il cazzo asciutto. Non ho potuto dargli parola di consolo e succhiare un fallo non è il mio ruolo Povero Gigino, non avrà mai un pompino, accetterebbe anche se lo facesse un ragazzo non ci sarebbe imbarazzo purché sia carino com’ è il suo cugino, ma con l'uccello così...

54 - Diabinha da Tasmânia/Endiabrado cântico 06.07.2021

Essa mulher quando em mim entranha, assemelha um diabo da Tasmânia, com seu estridir de voz fanha, meus ouvidos arranha, o gemido me apanha, e me leva à demora, ela quase se apavora, com o passar da hora; a poluição sonora, é o meu segredo tântrico, virtude do endiabrado cântico

53 - Para de enrolar 06.07.2021

Sei que é melhor não contar o que fizemos no altar, mas não resisto em relatar nossa irônica forma de pecar; brilhante preliminar deixou-nos sem fôlego para continuar é das cousas que não se ensina nas lousas, como em pé pregar e ajoelhado rezar, a penitência de vez já pagar, três ave marias, dois pai nossos ficamos puídos, restaram só ossos; deliravas quando lambia, gritavas, “Ave Maria!”; enquan...

52 - Segredos de eucaristia 06.07.2021

Sei que é melhor não contar o que fizemos no altar, mas não resisto em relatar nossa irônica forma de pecar; brilhante preliminar deixou-nos sem fôlego para continuar é das cousas que não se ensina nas lousas, como em pé pregar e ajoelhado rezar, a penitência de vez já pagar, três ave marias, dois pai nossos ficamos puídos, restaram só ossos; deliravas quando lambia, gritavas, “Ave Maria!”; enquan...

51 - Éden metropolitano 06.07.2021

Fizemos da urbana relva a nossa selva, sendo os mais insanos animais os mais íntimos mortais; ébrios de tudo, que insta os ensejos carnais; na lembrança não me iludo, pois nossa veneta dolorida, ainda arde na ferida de teu arranhões, trazendo-me vívidas as sensações

50 - Azul do Tahiti 06.07.2021

Na nossa vida desvairada, a gente nem vê chegar a madrugada, paixão mais que crua, já somos vida sozinha, pois a alma tua invade a minha Nosso amor, tão eterno, tão romântico; nosso sexo, tão terno, tão tântrico; coisa que a existência perpassa, aquilo que me despedaça e me une a ti, olhos mais azuis que o mar do Tahiti

49 - Tesão surreal 06.07.2021

Nosso leito de amor fecundo, nós, um só corpo moribundo, mísero fio de vida que nos permite o prazer profundo, no devaneio nosso de paixão, não há céu, nem chão, fantástico mundo, onde o que vale é o imundo Tu me excitas, és a felicidade e em mim habitas, a facilidade não é um problema, nossa vida, ditoso poema não sei por que te consternas em ter tanto prazer ao abrir as pernas; queres dizer irre...

48 - Terra do pecado 06.07.2021

Do pecado ainda não provado, já conheço demasiado Não me desconsideres pela minha virgindade de mulheres tenho orgias de poemas, falando do assunto sem problemas, ante a experiência mais valem as palavras mesmo na inocência elas me tiram as travas quero que entendas para dizer tais coisas horrendas não precisa ter estado em cima, só é preciso saber a rima

47 - Borboleta do meu quintal 06.07.2021

Por favor, não vá! Nosso amor assim não pode acabar! Só agora vejo a força do nosso desejo; neguei-me a ver tantas cousas boas que não encontro noutras pessoas, e ora faço esse poema para listar as inúmeras razões de lhe amar Não entendo, agora tudo revendo, como não valorizei a sua afeição por qualquer posição; e então, prometo dar ao seu gozo requinte, quero que trema mais que fusca a cento e vi...

46 - Cu de flor 06.07.2021

Não me caibo em tanta alegria, ao ver na minha companhia, cousa de tão enorme esplendor, recinto de delírio e amor, o qual só posso nomear “Cu de flor” No ímpeto da heresia, até no momento da flatofilia, não sinto fétido ardor, teu peido cheira a doce sabor, se um dia me deixares, Cu de flor, perecerei de amargurada dor

45 - Ácida saliva 06.07.2021

Já não desfruto mais da boceta, pois fez ela de minha caceta própria chupeta E nesse marasmo o oral, o coito virou cousa banal, imploro pela conjunção carnal Ácida saliva, ardor descomunal Não lubrifico mais meu pau de líquido vaginal Não há perspectiva positiva Quem diria, mordida inofensiva parece queimadura de água viva Até mesmo o fétido foder anal seria alívio sensacional mediante tamanha mal...

44 - Árduo labor pital 06.07.2021

É trabalho intenso desbravar esse pito imenso, de pelos denso, o cu, nem penso, só de imaginar já fico tenso A garganta resta rouca de tantos pentelhos que me entram à boca, é coisa louca esse xaxim de planta oca, é tão grande o matagal, que posso até perder meu pau

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