Edmundo Leite

Edmundo Leite

Arts PT ↓ 316 episodes

O maior podcast de poesia do Brasil, rico acervo de grandes poetas e letristas do nosso planeta. Trago semanalmente um poema, seja de terceiros ou de minha própria autoria. A ideia do podcast é divulgar essa bela arte em forma de conjunção de letras com o ingrediente especial da música, unindo-os em um só e trazendo aos ouvintes a oportunidade para reflexão de como nossas vidas sempre estiveram atreladas à poesia e como a poesia pode trazer muitas respostas. Ouçam, reflitam, repassem, divulguem e, porque não, divirtam-se. Obrigado.

Author

Edmundo Leite

Category

Arts

Podcast website

podcasters.spotify.com

Latest episode

Jul 7, 2026

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Episodes

Tudo tem seus mistérios (João Guimarães Rosa) 19.11.2024

Tudo que fazemos em vida possui um propósito e o que nos agarra a ele é um sentimento de amor. Esse amor é o mistério de toda nossa existência. É nesse contexto que o texto fragmento do livro Grande Sertões Veredas de João Guimarães Rosa exprime. Acompanha o texto a obra The Braying Mule de Ennio Morricone. Obrigado.

Fim e começo (Wislawa Szymborska) 12.11.2024

Do fim para o começo, recomeço diante de um cenário devastador, alguém tem que arrumar a desordem e essa arrumação não cabe somente no cenário do poema, pode ser trazido ou traduzido para qualquer esfera da nossa própria vida. Poema de Wislawa Szymborska acompanhada da obra La Messicana de Ennio Morricone. Obrigado.

Embriaga-te (Charles Baudelaire) 05.11.2024

Charles Baudelaire (1821-1867) poeta, ensaísta, tradutor e crítico de arte francês, nos sugeriu embriagar-se de vinho, poesia e virtude para não sentirmos o fardo do tempo. É uma poética saída à abstração do tempo que verga. Escute o episódio da semana. Obrigado.

Indivisíveis (Mário Quintana) 29.10.2024

Indivisível no sentido pueril da palavra foi o que Quintana nos trouxe nesse poema, mas a perspicácia do poeta relata que essa mesma puerilidade é a busca de uma vida. Escute o episódio da semana. Obrigado.

Sobre a loucura (Edward Bond) 22.10.2024

Edward Bond (1934-2024) dramaturgo, poeta e argumentista britânico, comenta que o mundo dos loucos é uma auto percepção daquilo que não pode ser contraditório. Do contrário seremos todos loucos. Contradizendo o próprio louco, entenda esse paradoxo. Acompanha o texto a obra Frozen Silence de Life. Obrigado.

Flores sorriem (Fernando Pessoa) 15.10.2024

E se as flores sorrirem? não que as flores riam, mas essa é uma forma de se fazer notá-las, para aqueles que não percebem essa linguagem. Esse é o paradoxo de Fernando Pessoa no episódio da semana. Acompanha o poema a obra Prelude in C minor de Bach. Obrigado.

Nascimento de um mundo (Mário Lúcio de Souza/Fernando Pessoa) 08.10.2024

Um africano outro português, um relata o gérmen do planeta o outro poetisa o mesmo gérmen e ambos criam a conexão entre visível e invisível, um pé no chão e duas cabeças fora de si. Escute o episódio da semana. Obrigado.

Elegia 1938 (Carlos Drummond de Andrade) 01.10.2024

Elegia, na literatura é uma poesia triste, melancólica ou complacente. Como o próprio título sugere, estes versos foram escritos no ano de 1938, e trata da vida moderna iniciando a mecanização, um lamento para o que estávamos nos tornando. Porém, apesar da elegia e dos mais de oitenta e cinco anos de escrito, o poema continua atual. Escute o episódio da semana. Obrigado.

A morte não é nada (Santo Agostinho) 24.09.2024

Aurélio Agostinho de Hipona (354-430) um texto milenar tratando de um afago póstumo e um consolo para quem permanece no mundo das criaturas. Escute o episódio da semana. Obrigado.

O sentido (António Ramos Rosa) 17.09.2024

António Vítor Ramos Rosa (1924-2013), poeta, tradutor e desenhista português, escreveu esse poema para que percebamos que o sentido de tudo em nossas vidas somos nós que criamos e o alimentamos, onde na verdade o sentido não está em parte alguma. Acompanha o poema a obra A Drop Of Silence de Kitaro. Obrigado.

Mar português (Fernando Pessoa) 10.09.2024

A todos aqueles que ousaram aventurar-se além da lógica do mundo. Tudo vale a pena, se a alma não é pequena. Poema curto para uma grande mensagem. Legado de Fernando Pessoa. Escute o episódio da semana. Obrigado.

A um ausente (Carlos Drummond de Andrade) 03.09.2024

Amizades que se perdem no tempo deixam um misto de ausência pelos momentos convividos e satisfação pelos mesmos momentos convividos. Drummond conseguiu retratar esse sentimento nesse poema. Acompanha o poema a obra Once Upon a Time de Austin Farwell. Obrigado.

Viver é etcétera (João Guimarães Rosa) 27.08.2024

Viver é uma aventura sem roteiro, é um mundo sem rodeio, é um passo após outro passo é um rio que se enovela feito laço. É por aí que o texto de João Guimarães Rosa se enlaça, na etcétera da vida. Acompanha o texto a obra Nocturne de Ennio Morricone. Obrigado.

Elogio da Sombra (Jorge Luis Borges) 20.08.2024

Jorge Luis Borges (1899-1986) escritor, poeta, tradutor, crítico literário e ensaísta argentino. Fez esse elogio da sombra no sentido de que nossa vida inteira talvez não seja necessária para o auto conhecimento. Acompanha à reflexão a obra Adagio no.2 de santo y johnny. Obrigado.

O elefante (Carlos Drummond de Andrade) 13.08.2024

Metáfora usando um elefante como aqueles que com seu talento, presa, olhar e nobreza, mas que são vistos como algo incomum por não se enquadrarem a parâmetros pré-definidos, são colocados à margem de qualquer aproximação. O Texto requer atenção para entendimento, mas que a música Summer de Vivaldi recomposta por Max Richter ajuda ao poema dar o tom. Obrigado.

Você tem medo de quê? (Edmundo Leite) 06.08.2024

Quais são os seus medos? Já pensastes em um dia enfrentá-los? Escute meu podcast essa semana para entender. Obrigado.

Ressuscita-me (Vladimir Maiakovski) 06.08.2024

Vladimir Maiakovski (1893-1930) poeta, dramaturgo e teórico russo. Ressuscita-me, mais conhecido como O Amor, é um poema denso e que busca nas entranhas do amor a ressureição para uma busca interior e discernimento das coisas mundanas. Acompanha o poema a obra Dream is collapsing de Hans-Zimmer. Obrigado.

Juventude (Mary Schmich) 30.07.2024

Mary Theresa Schmich (1953) colunista de jornal americano, escreveu esse texto como se fosse um discurso para formandos de um curso universitário, com as principais preocupações, cuidados e afetos que devemos ter em nossas vidas, não só na fase adulta, mas na juventude também. Escute o episódio da semana. Obrigado.

Quando vier a primavera (Fernando Pessoa) 23.07.2024

Fernando pessoa trata, nesse complexo poema, a relação com o tempo necessário que as coisas devem acontecer, incluindo a própria morte, única certeza de nossas vidas. Escute essa relação no meu podcast da semana. Obrigado.

A Paz (Egmont) 16.07.2024

O conceito de Paz, na visão do autor, é muito mais abrangente do que somente a união entre povos. Entenda a abrangência desse conceito ouvindo o episódio da semana. Acompanha o texto a obra One Flew Over the Cuckoo de Jack Nitzsche. Obrigado.

O Relógio do Coração (Mário Quintana) 09.07.2024

Há tempos, há paixões, há trabalhos, há humores e muito mais há enraizado em nosso coração. Esse tempo não é o mesmo do tic-tac, nem mesmo daquilo que pensamos ser. Quintana com sua hábil e perspicaz escrita consegue traduzi-lo. Escute esse atemporal poema no acompanhamento de Ennio Morricone com a obra Damore si vive. Obrigado.

Os Nossos Eus / O Segredo dos Seres e do Mundo (Virginia Woolf/ Albert Camus) 02.07.2024

Woolf britânica e Camus franco-argelino, enlaçam-se em vossos poemas tentando elucidar aquilo que muito perspicazmente eles viveram e compartilharam conosco, os nossos diversos eus. Acompanha os poemas a obra A shot in the dark de Henry Mancini. Obrigado.

Volte a ser aquilo que sempre foi ou deveria ser (João Alberto Padoveze / Goethe) 25.06.2024

Padoveze, advogado e escritor brasileiro, Goethe polímata, autor e estadista alemão. Voltar a ser o que foi através de arriscar-se na vida é a temática dos dois autores aqui reunidos. O risco medido sempre foi uma boa receita. Escute o episódio da semana. Obrigado.

Sim, O que é belo há de ser eternamente (John Keats/Oswaldo Montenegro) 18.06.2024

John Keats (1795-1821) o ultimo dos poetas românticos inglês e Oswaldo Montenegro poeta, cantor e compositor falam do belo e da eternidade unidos no sim enquanto unidade, onde o para sempre cabe somente na nossa lembrança. Acompanha os poemas a obra Passacaglia de Handel. Obrigado.

Saudade (Pablo Neruda/ Mario Quintana) 11.06.2024

Saudade, difícil para sentir e reconfortador de ver, é assim que Pablo Neruda e Mario Quintana a descreveu. Um sentimento impar, mas que acalenta nos dias frio. Acompanha os poemas a obra La califfa de Ennio Morricone. Obrigado.

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